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	<title>Arquivos Amigdalite - Dra. Carla Falsete</title>
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	<description>Otorrinolaringologia pediátrica e adulta em São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Amigdalite - Dra. Carla Falsete</title>
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		<title>Os riscos da automedicação em problemas de ouvido, nariz e garganta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Falsete - Otorrinolaringologista Geral e Pediátrica]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 16:24:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amigdalite]]></category>
		<category><![CDATA[Otorrino pediátrica]]></category>
		<category><![CDATA[Otorrinolaringologia]]></category>
		<category><![CDATA[automedicação]]></category>
		<category><![CDATA[dor de garganta]]></category>
		<category><![CDATA[infecção de ouvido]]></category>
		<category><![CDATA[otorrino pediátrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muitas pessoas, quando apresentam sintomas como dor de ouvido, tosse persistente, coriza e/ou  dor de garganta, costumam recorrer à automedicação. &#160; Porém, essa prática pode trazer diversos riscos à saúde, podendo resultar no agravamento da condição, interações medicamentosas perigosas ou até mesmo intoxicação.  &#160; O ouvido, por exemplo, é um órgão delicado e complexo. Qualquer manipulação incorreta pode piorar o quadro ou até comprometer ainda mais a audição. A automedicação com gotas auriculares, quando utilizadas de maneira inadequada ou sem indicação, pode causar irritação, coceira e dor.  Para cada causa, um tratamento específico. Por isso, é indispensável identificarmos as causas dos incômodos. Aliás, em todas as áreas da nossa vida, não é mesmo?  &#160; A automedicação oferece riscos, mesmo em casos aparentemente simples &#160; Primeiramente, a automedicação pode mascarar sintomas de doenças mais graves. A “simples” dor de garganta, por exemplo, pode ser de um quadro como faringite estreptocócica, que necessita de tratamento específico e apropriado, o que evitará evoluções desfavoráveis e mais graves da doença.  Mas o uso abusivo de antibióticos pode levar ao desenvolvimento de bactérias resistentes, o que dificulta o tratamento de infecções futuras. &#160; E mesmo medicamentos amplamente utilizados sem orientação médica, como os descongestionantes nasais, podem causar irritação e ressecamento da mucosa nasal, além de aumentar o risco de hipertensa arterial e arritmias cardíacas, quando usados de maneira indiscriminada. Além disso, esse tipo de medicamento não trata a causa da congestão nasal e pode até mesmo piorar o quadro. &#160; Nesse sentido, independente de estarmos falando de ouvido, garganta, nariz ou qualquer outro local do nosso corpo é importante lembrarmos que todo o nosso organismo está conectado. Ou seja, algum quadro tratado de forma a mascarar os sintomas, pode evoluir afetando o restante da nossa estrutura como um todo.  &#160; Algo que poderíamos tratar de forma simples se bem orientado, pode evoluir para um quadro mais complicado.   &#160; Quando procurar um otorrinolaringologista?  Eu recomendo que você sempre respeite a seguinte máxima: escute o seu corpo!  Ao sinal de dores, desconfortos ou dificuldades respiratórias, dê ao seu organismo o que ele precisa para se manter em bom funcionamento:  um bom atendimento médico! &#160; Por isso, é fundamental que qualquer problema de ouvido, nariz e garganta, ou em outras partes do seu corpo, seja sempre avaliado por um médico especialista. Apenas ele poderá identificar a causa do problema e prescrever o tratamento adequado, que pode incluir medicações específicas, eventuais intervenções cirúrgicas e também mudanças no estilo de vida.  &#160; Não coloque sua saúde em risco com a automedicação! &#160; A Dra. Carla Falsete é uma médica otorrinolaringologista experiente e qualificada, que pode ajudar você a resolver qualquer problema de ouvido, nariz e garganta. Agende uma consulta agora mesmo e cuide da sua saúde de forma segura e eficaz. </p>
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		<title>O que pode causar amigdalite de repetição?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Falsete - Otorrinolaringologista Geral e Pediátrica]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 11:37:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amigdalite]]></category>
		<category><![CDATA[Otorrino pediátrica]]></category>
		<category><![CDATA[Otorrinolaringologia]]></category>
		<category><![CDATA[amigdalectomia]]></category>
		<category><![CDATA[amigdalite de repetição]]></category>
		<category><![CDATA[cirugia para amigdalite]]></category>
		<category><![CDATA[dor de garganta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A amigdalite de repetição é caracterizada pela inflamação das amígdalas de forma frequente, repetidas vezes ao longo do ano. Existem critérios específicos e guidelines que determinam o que é amigdalite de repetição em cada faixa etária e em cada intervalo de tempo. Mas, de maneira geral, acima de três amigdalites por ano no adulto e seis na criança podem caracterizar amigdalites de repetição.  &#160; A amigdalite é a inflamação das amígdalas, estruturas presentes na nossa garganta, que pode ser causada por bactérias (em geral do gênero Streptococcus do grupo A) ou, mais comumente, por algum vírus como o da influenza ou Rinovírus.  Causas da amigdalite de repetição Do ponto de vista etiológico, os vírus mais implicados para tratarmos são adenovírus, rinovírus, vírus influenza, coronavírus e vírus sincicial respiratório. A amigdalite bacteriana (causada por bactérias) geralmente é causada por estreptococos ß-hemolíticos do grupo A, causando amigdalite pustulosa &#8211; quando há placas na garganta &#8211;  ou estreptocócica. &#160; Geralmente o contágio se dá através de gotículas expelidas ao tossir, espirrar, beijar ou compartilhar objetos contaminados, como copos e talheres.  &#160; Alguns fatores podem nos tornar predispostos às amigdalites de repetição como fatores genéticos, doenças crônicas como a diabetes mellitus, obesidade, refluxo gastroesofágico e hipertensão, assim como os problemas no sistema imunológico.  &#160; Além disso, outras doenças respiratórias crônicas como rinites, sinusites, bronquite e asma mal tratadas também podem contribuir para o desenvolvimento da amigdalites de repetição. Algumas características anatômicas, como o tamanho aumentado das amígdalas, podem estar associadas ao aumento do risco de desenvolver amigdalite de repetição.  Você pode gostar também::: Como a prática de atividades físicas ajuda no tratamento de patologias respiratórias Como é o tratamento para amigdalites de repetição? Primeiramente precisamos investigar as causas dessas infecções tão seguidas.  &#160; Uma outra causa, além das já citadas acima, pode ser a má administração dos antibióticos em caso de amigdalite bacteriana. Por exemplo, ao perceber uma melhora dos sintomas, o paciente deixa de tomar o medicamento pelo tempo estipulado pelo médico.  &#160; Isso faz com que as bactérias se tornem cada vez mais resistentes aos medicamentos no futuro, propiciando as infecções de repetição.  &#160; O tratamento medicamentoso feito de forma correta, tratar as causas de base e manter uma alimentação e estilo de vida que fortaleçam o sistema imune devem ser atitudes sempre tomadas. Mas se ainda assim as amigdalites de repetição persistirem (ou por outras questões eventualmente trazidas pelos pacientes), a cirurgia de amigdalectomia pode ser necessária.  Esse é um procedimento cirúrgico que prevê a retirada das amígdalas. Isso porque, no caso das infecções frequentes, existe um sério prejuízo na qualidade de vida da pessoa (seja criança ou adulto). Além do fato de que o uso excessivo de medicamentos pode acabar prejudicando o organismo, como a sobrecarga que fígado e rins podem sofrer, por exemplo.  &#160; E a amigdalite de repetição tem solução!  &#160; Mas para isso é sempre melhor você ter um acompanhamento contínuo para que o tratamento seja qualificado e de acordo com o seu histórico.  &#160; Se você gostou deste artigo, não deixe de seguir a Dra. Carla também nas redes sociais! Instagram  &#124;  Facebook &#160;</p>
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		<title>Amigdalite de repetição. Quando buscar ajuda?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dra. Carla Falsete - Otorrinolaringologista Geral e Pediátrica]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 13:10:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amigdalite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito difícil encontrar alguém que não tenha tido ao menos uma “infecção de garganta”  na vida, não é mesmo? Causada por vírus (mais comum em crianças), bactérias (mais comum em jovens e adultos), ou associação desses dois agentes, esse processo infeccioso atinge as amigdalas, que são órgãos linfóides localizados no fundo da garganta. Juntamente com a adenóide, são estruturas linfáticas de defesa do nosso corpo na infância. Quando esse processo infeccioso é muito recorrente, temos o que chamamos de amigdalites de repetição. A amigdalite pode causar diversos sintomas, como:  Dor de garganta;  Febre;  Redução de apetite;  Halitose (mau hálito);  Dor de ouvido;  Dificuldade para engolir;  Inchaço na região do pescoço e mandíbula;  Vermelhidão e/ou pontos de pus nas amigdalas. Existem outras patologias que também cursam com dor de garganta e a avaliação de uma médico especialista é importante para o diagnóstico preciso. A maioria dos quadros de amigdalite não apresenta maiores riscos, mas é importante buscar ajuda médica especializada principalmente quando:  Os sintomas perdurarem por mais de três dias sem nenhuma melhora no quadro; OU  O paciente apresentar problemas para respirar; OU  Caso a dor e / ou inchaço impeçam o paciente de se alimentar e ingerir líquidos. No caso das amigdalites causadas por vírus, o tratamento é realizado com medicamentos analgésicos e sintomáticos. Já nas amigdalites bacterianas, o tratamento inclui o uso de antibióticos, que devem ser utilizados de acordo com as orientações do médico responsável. É muito comum que, com a melhora dos sintomas, os pacientes suspendam a utilização do antibiótico antes do tempo prescrito. Contudo, não realizar o tratamento de forma completa pode levar a uma complicação séria, de âmbito coletivo,  que é a tal da “resistência bacteriana”, além de outras tantas. Portanto, uma vez iniciado um tratamento com antibiótico complete o ciclo, por favor! A amigdalite de repetição Mas no que consiste a amigdalite de repetição? O processo infeccioso que causa a amigdalite de repetição é bastante comum, mas alguns indivíduos apresentam esta condição com uma frequência muito elevada. Não há consenso sobre a indicação de amigdalectomia por infecções recorrentes. Alguns critérios amplamente utilizados são: &#8211;       Freqüência: &#8211;       7 ou mais episódios em 1 ano ou &#8211;       5 ou mais episódios por ano, em 2 anos consecutivos ou &#8211;       3 ou mais episódios por ano, em 3 anos consecutivos. Cada episódio deve apresentar pelo menos uma das seguintes características: • Temperatura oral maior ou igual a 38,3°C. • Linfadenomegalia cervical maior que 2 cm • Exsudato amigdaliano • Cultura de secreção faríngea positiva para estreptococo beta-hemolítico do grupo A Nesses casos, após uma avaliação do quadro e do histórico do paciente, o médico pode recomendar uma cirurgia para a retirada das amigdalas, em comum acordo com o paciente. Infecções constantes e consumo excessivo de medicamentos levam a um prejuízo considerável na qualidade de vida do paciente, tanto pessoal quanto social e profissionalmente. Se esta situação é familiar a você, procure ajuda de um otorrinolaringologista da sua confiança e converse com ele sobre as melhores abordagens para te ajudar a resolver a amigdalite de repetição da melhor maneira possível.</p>
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